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domingo 17 dezembro 2017
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Novos tratamentos para 20 doenças que mais matam

Enfarte, pneumonia, diabetes, doença cardíaca hipertensiva e AVC (derrame). Essas são algumas das doenças que mais matam no Espírito Santo, segundo levantamento da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa). Para reduzir a mortalidade desses pacientes, médicos apontam os melhores e mais modernos tratamentos contra as 20 doenças que mais causam mortes no Estado. Há novos medicamentos, cirurgias e novos protocolos para tratar.

O coordenador do Centro de Ensino e Pesquisa do Hospital Evangélico de Vila Velha, Alexandre Maulaz, contou que na isquemia docoração – falta de oxigenação que ocorre por obstrução das artérias coronárias – é possível usar stents bioabsorvíveis.

“Eles agem na fase inicial da dilatação da artéria e, depois de dois a três anos, são degradados pelo organismo. Isso torna possível a artéria voltar a ter uma função normal após a eliminação do stent.”

O cardiologista intervencionista do Hospital Santa Rita e da Unimed Vinicius Fraga afirmou que pacientes com hipertensão, que já tentaram reduzir a pressão com remédios sem sucesso, contam com o procedimento de desnervação renal. “Em último caso, é possível queimar as fibras nervosas da artéria renal para reduzir a pressão.”

O coordenador do Serviço de Neurologia do Hospital Metropolitano e neurologista assistente do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP), de Ribeirão Preto, Daniel Escobar, contou que o derrame ou acidente vascular cerebral (AVC) é o segundo que mais mata no País.

“Pacientes que chegam ao hospital em até seis horas após os sinais de derrame podem ser tratados com medicamento na veia. Após esse horário, nada podia ser feito. Este ano, estudos mostraram que alguns pacientes com chegada em até 24 horas podem operar para desobstruir o vaso. Com isso, é possível reduzir sequelas.”

A professora adjunta de Endocrinologia da Universidade Federal do Paraná (UFPR) Rosângela Réa contou que pacientes com diabetes tipo 1 podem contar com uma insulina do tipo glargina que chegou ao mercado com preço 70% inferior ao produto de referência.

 

Kelly Kale

 

 

 




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